Ai, L., que no sentido mais lato do que nos diz no seu poema, creio que perto de meia humanidade está assim, sem saber se se salva ou se se afoga... É uma sintonia rara, mas que acontece de quando em quando. Se eu lhe deixar um abraço mais apertado do que o habitual, é bem provável que não sirva para nada, mas eu deixo-lho de qualquer maneira, nem que seja em troca de um pequeno sorriso..
O meu escrito talvez seja a voz de muitos. Aceito, regizijado, o seu abraço que retribuo. Que 2025 nos deixe descansados e com saúde, é do que precisamos.
É assim a lucidez, âs vezes dói. Por mim salva-se porque estão salvos todos os poetas. Um abraço amigo, conhecer este blogue foi das coisas boas de 2024.
Só tu? Milhares de seres humanos estão nesse estado e não desistem por um futuro melhor! Calma poeta como um sonho que a melancolia irá desaparecer:) Um Bom ano Beijos e uma boa tarde
Este poema mergulha no coração de uma melancolia que não é dramática, mas persistente, como um estado de suspensão emocional. A metáfora da "parte movediça" é particularmente eficaz para transmitir essa sensação de instabilidade e inércia — uma luta silenciosa contra algo que não se define completamente.
O tom do poema não é de resignação total, mas de constatação: há uma força em reconhecer a própria condição, ainda que sem acção imediata. A escolha por versos curtos e directos reforça o impacto dessa introspecção, permitindo que cada palavra ressoe no silêncio. É um texto que ecoa na alma, convidando o leitor a reflectir sobre seus próprios momentos de dúvida e incerteza.
O poeta está a passar por um momento desafiador.
ResponderEliminarA fotografia mostra essa parte movediça a que se refere o poema.
O sossego físico e mental é um estado difícil de alcançar.
EliminarHá momentos em que sentimos que nada tem sentido e não sabemos se o que fazemos é verdadeiramente o que queremos...
ResponderEliminarBeijos e abraços
Marta
Pedindo desculpa pela repetição.
EliminarO sossego físico e mental é um estado difícil de alcançar.
Um abraço.
Na corda bamba...
ResponderEliminarEstamos assim muitas vezes e sem afogamentos.
FELIZ ANO NOVO caro amigo Luís.
Um abraço.
Sim, não devo ser caso único.
EliminarBoa entrada em 2025.
Um abraço.
Ai, L., que no sentido mais lato do que nos diz no seu poema, creio que perto de meia humanidade está assim, sem saber se se salva ou se se afoga...
ResponderEliminarÉ uma sintonia rara, mas que acontece de quando em quando.
Se eu lhe deixar um abraço mais apertado do que o habitual, é bem provável que não sirva para nada, mas eu deixo-lho de qualquer maneira, nem que seja em troca de um pequeno sorriso..
Um 2025 tão harmonioso quanto possível, L.
O meu escrito talvez seja a voz de muitos.
EliminarAceito, regizijado, o seu abraço que retribuo.
Que 2025 nos deixe descansados e com saúde, é do que precisamos.
É assim a lucidez, âs vezes dói. Por mim salva-se porque estão salvos todos os poetas. Um abraço amigo, conhecer este blogue foi das coisas boas de 2024.
ResponderEliminarAgradeço a sua benevolência, que aprecio.
EliminarA forma como elogia o meu blog é inesquecível para mim.
Muito Obrigado.
Bom ano 2025.
Um abraço.
Só tu? Milhares de seres humanos estão nesse estado e não desistem por um futuro melhor! Calma poeta como um sonho que a melancolia irá desaparecer:)
ResponderEliminarUm Bom ano Beijos e uma boa tarde
Os estados de espírito são intermitentes.
EliminarBom próximo 2025, boa noite de passagem.
Um abraço.
Como eu te entendo... Espero que o novo ano, mude um pouco esse estado de espírito!
ResponderEliminarBeijos e Abraços,
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Encontro vários leitores/as que se identificam com o meu texto.
EliminarVeremos o que nos trás 2025.
Desejo-lhe felicidades para o ano todo.
Boa Noite Caro Pintor, Poeta e Fotógrafo
ResponderEliminarEste poema mergulha no coração de uma melancolia que não é dramática, mas persistente, como um estado de suspensão emocional. A metáfora da "parte movediça" é particularmente eficaz para transmitir essa sensação de instabilidade e inércia — uma luta silenciosa contra algo que não se define completamente.
O tom do poema não é de resignação total, mas de constatação: há uma força em reconhecer a própria condição, ainda que sem acção imediata. A escolha por versos curtos e directos reforça o impacto dessa introspecção, permitindo que cada palavra ressoe no silêncio. É um texto que ecoa na alma, convidando o leitor a reflectir sobre seus próprios momentos de dúvida e incerteza.
Um poema denso, mas com uma mensagem poderosa.
A foto ameniza, e é muito boa!
:)
Continuo com admiração pelas suas análises, ajuda-me a mim próprio a compreender com mais pormenor aquilo que escrevo.
EliminarObrigado
Um abraço.