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Tal como a pele das nossas mãos 
a pele do nosso cérebro já não tem
a elasticidade de outros tempos
agora
de tudo o que o magoa 
dificilmente recupera. 




6 comentários:

  1. No entanto, L., embora qualquer coisita que nos toque na pele nos deixe um enorme hematoma, só as coisas verdadeiramente duras e cruéis nos abalam o cérebro. Ou serei eu que estou convencida disso?

    Bom Domingo e um forte abraço

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  2. Porque fica tudo gravado...não esquece... fica lá escondido...como diria Pablo Neruda "morre-se lentamente"...
    E isso é cruel...
    Beijos e abraços
    Marta

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  3. Não sei, por vezes acho que sim e outras que não. Com a idade também aprendemos a relevar mais as coisas, a não dar importância ao que não merece, a procurar a luz que mora nas coisas boas...ou então há uma conjugação entre idade e personalidade que afinal não permite qualquer generalização. De qualquer modo, há que puxar pela elasticidade:)

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    1. É preciso barrar a pele do cérebro com aqueles cremes hidratantes.
      Um abraço.

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