Foto de Bartolomeu Rodrigues
Reparo no desvio das palavrasna alteração da vocação original das palavrasneste tempoem que a regra é a ausência de regraso decreto que altera a verdade das palavrasconfirma a existência de verdade nas palavrassendo assimcomo nos entenderemos?

Um poema sobre a linguagem como poder e verdade, mas também como construída. Reformas de palavras desorientam, revelando que a significação depende de quem lê. A convivência depende de entendimento partilhado, que surge mesmo entre desvio e regra. em poucas palavras: a palavra é instrumento, a verdade é colectiva.
ResponderEliminarFinalmente, uma fotografia do benjamim.
Vivemos um tempo em que se tenta alterar o significado ou o peso de certas palavras. Assistimos até à alteração da pronúncia de certas palavras.
EliminarHá sempre uma maneira de encontrar o entendimento...pelo olhar, pelas memórias colectivas...
ResponderEliminarBeijos e abraços
Marta
O entendimento depende dos vários participantes. É difícil.
EliminarUm abraço.
Se " o decreto que altera a verdade das palavras/ confirma a existência da verdade nas palavras", deixaremos de nos poder entender...
ResponderEliminarUm forte abraço, L.
Hoje em dia há um grande desentendimento. A confusão está lançada.
EliminarUm abraço.
Agora quem ficou baralhada fui eu, porque mesmo que se altere as palavras cada um tem a sua verdade e só aceita quem quer. nem que seja por respeito!
ResponderEliminarBeijocas e um bom dia!
A verdade, hoje em dia, é um tema discutível e, por vezes, difícil de avaliar.
EliminarBom dia. Um abraço.