Elá esta não percebi mas digo que existes sim nem que seja dentro do envelope da pintura e no FUTURO também não sei o que me possa acontecer e nem penso nisso! ! Beijos e um bom dia!
Boa tarde Caro Poeta/Pintor Um poema de despojamento e lucidez, onde o tempo apaga rostos e nomes, mas não a evidência maior: a existência. Na solidão do reconhecimento perdido, permanece um “eu” firme, simples e incontornável. Gostei da imagem uma tela bonita com cores delicadas. Bom fim-de-semana. :)
Descartes foi um solipsista que, enquanto tal, não duvidou da sua existência. Arrisco dizer que existimos por e com os outros, mas também sem eles. A velhice, julgo eu, será um pouco esse desligar duplo. Mas resta sempre um núcleo de gente, por mais restrito. O passado nunca existiu, já que quando existia era presente; o futuro só existe quando e se for presente. Mas, apesar desta defesa do presente, vivemos de facto sujeitos à temporalidade tripartida.
A nível social pode ser uma tendência sim, mas também é possível inverter isso ou pelo menos contrariar, embora eu compreenda que criar uma amizade leva muito tempo e por vezes achamos que não vale a pena porque já não temos esse tempo. Já no plano profissional, é bem verdade, outros surgem a dizer a fazer ou a dizer o mesmo e pouco a pouco já não somos reconhecidos, já não temos o mesmo impacto, para o futuro só ficam as obras excelentes ou...dos que souberam muito bem promover-se, paciência, não me chateia por aí além. Como só tenho uma vida, quero vivê-la...e alimento-a de futuro porque é isso que lhe dá também luz.
E fica-se sem saber o que aconteceu... Ou sabemos e pensamos que o melhor é continuar a andar e encontrar novas metas...
ResponderEliminarBeijos e abraços
Marta
O passado não existe, o futuro não existe.
EliminarUm abraço.
Elá esta não percebi mas digo que existes sim nem que seja dentro do envelope da pintura e no FUTURO também não sei o que me possa acontecer e nem penso nisso! !
ResponderEliminarBeijos e um bom dia!
Revisitamos o passado e revisitaremos o futuro se tal for possível.
EliminarBom dia.
Um abraço.
Boa tarde Caro Poeta/Pintor
ResponderEliminarUm poema de despojamento e lucidez, onde o tempo apaga rostos e nomes, mas não a evidência maior: a existência.
Na solidão do reconhecimento perdido, permanece um “eu” firme, simples e incontornável.
Gostei da imagem uma tela bonita com cores delicadas.
Bom fim-de-semana.
:)
Para nunca nos perderemos de vista. Aprecei a sua leitura.
EliminarUm abraço.
Descartes foi um solipsista que, enquanto tal, não duvidou da sua existência. Arrisco dizer que existimos por e com os outros, mas também sem eles. A velhice, julgo eu, será um pouco esse desligar duplo. Mas resta sempre um núcleo de gente, por mais restrito.
ResponderEliminarO passado nunca existiu, já que quando existia era presente; o futuro só existe quando e se for presente. Mas, apesar desta defesa do presente, vivemos de facto sujeitos à temporalidade tripartida.
Há um círculo em torno de nós que cada vez se fecha mais até ficarmos apenas nós e os mais íntimos.
EliminarViva o presente!
Um abraço.
há uma tendência para apertarmos cada vez mais o nosso círculo.
ResponderEliminaros ditames dos nossos dias tornam-nos eremitas às vezes até de nós mesmos.
Um Abraço
Essa é a realidade que se nos impõe... sem alternativa.
EliminarUm abraço.
A nível social pode ser uma tendência sim, mas também é possível inverter isso ou pelo menos contrariar, embora eu compreenda que criar uma amizade leva muito tempo e por vezes achamos que não vale a pena porque já não temos esse tempo. Já no plano profissional, é bem verdade, outros surgem a dizer a fazer ou a dizer o mesmo e pouco a pouco já não somos reconhecidos, já não temos o mesmo impacto, para o futuro só ficam as obras excelentes ou...dos que souberam muito bem promover-se, paciência, não me chateia por aí além. Como só tenho uma vida, quero vivê-la...e alimento-a de futuro porque é isso que lhe dá também luz.
ResponderEliminarEste seu comentário é a constatação de que éramos um istmo e, lentamente, passamos a ser uma ilha.
EliminarUm abraço.