Leio uma celebração da vida que, ao romper a distância entre desejo e realidade, confirma a vitalidade do eu através de um encontro humilde, porém definitivo, com a natureza e com o tempo.
A imagem de hoje sintoniza admiravelmente com a idílica natureza.
O poema, com tom quase de fábula pessoal, revela o instante em que o tempo parece interromper-se para revelar uma verdade íntima. A nespereira do quintal aparece como símbolo de desejo, de vida que se recusa, de beleza que se mantém à distância. A árvore regressa como presença difícil, talvez por medo, timidez ou obstinação do próprio mundo. A nespereira não é meramente cenário; torna-se testemunha do eu que desperta, da memória que se ancora na concretude de um dia de domingo, da alegria que não precisa de grandiosidades para existir. Abraço carinhoso da aldeia do Düssel.
Leio uma celebração da vida que, ao romper a distância entre desejo e realidade, confirma a vitalidade do eu através de um encontro humilde, porém definitivo, com a natureza e com o tempo.
ResponderEliminarA imagem de hoje sintoniza admiravelmente com a idílica natureza.
O primeiro encontro pessoal com a natureza, satisfatório e inesquecível.
EliminarÀs vezes, tudo o que é preciso é sossegar a alma, o corpo e simplesmente observar...
ResponderEliminarBeijos e abraços
Marta
A natureza gosta de ser apreciada.
EliminarUm abraço.
Boa tarde Poeta,
ResponderEliminarA natureza vive e alimenta-nos com a sua seiva no tempo oportuno.
Abraço e bom fim de semana.
Emília
A natureza é nossa amiga, mas vingativa quando a tratamos mal.
EliminarUm abraço.
O poema, com tom quase de fábula pessoal, revela o instante em que o tempo parece interromper-se para revelar uma verdade íntima. A nespereira do quintal aparece como símbolo de desejo, de vida que se recusa, de beleza que se mantém à distância. A árvore regressa como presença difícil, talvez por medo, timidez ou obstinação do próprio mundo. A nespereira não é meramente cenário; torna-se testemunha do eu que desperta, da memória que se ancora na concretude de um dia de domingo, da alegria que não precisa de grandiosidades para existir.
ResponderEliminarAbraço carinhoso da aldeia do Düssel.
Uma árvore, minha íntima, durante os anos de criança. Nunca me desiludiu.
EliminarUm abraço, também, desta aldeia chamada Portugal.