Em síntese, o poema aborda a temporalidade partilhada, a dualidade de nascimento | morte dentro de cada pessoa e a incerteza que acompanha o atravessar do dia para a noite. A linguagem é contida, com imagens fortes de limiar e de continuidade entre início e fim, sugerindo uma experiência humana comum, sem dono do tempo.
A lindíssima pintura conclui com o regresso à escuridão, prenunciando uma noite que se anuncia longa, uma espera ou um estado de dúvida e inquietação que se estenderá.
Ninguém é dono da noite. Dizer que a noite nos pertence é outra forma de dizer que nós lhe pertencemos e somos mais e melhores nas horas nocturnas, facto em que não acredito. Podemos preferi-las, despirmo-nos do eu público, estarmos mais próximos da integridade (pode ser bom ou nem por isso), mas é o dia e a relação com os outros que nos definem. A noite é silêncio, o pulsar do coração liberto, o descanso das conveniências de sermos sociais, uma respiração profunda e necessária ao equilíbrio do eu. E tudo isso existe para preparar o dia e suas metamorfoses. Bom Dia:)
A sério? A noite é de quem sofre insónias que gosta do escuro e ver as estrelas que não é o meu caso! Mas como há sempre um mas vivi com um morcego 20 anos e foi borda fora. Desculpa amigo mas o tom do teu poema abriu uma gaveta muito dolorosa na minha vida! Um enorme abraço e obrigado!
A noite é a sombra de um pássaro que voa se tentamos apoderarmo-nos dele. A noite pertence a toda a gente e não pertence a ninguém. Tudo de bom, meu Amigo Luís. Um beijo.
Um texto intenso e cheio de força emocional 🌑✨ Há uma inquietação nas palavras que prende — quase um grito contido, uma afirmação de identidade e de limite. Gosto dessa escrita que não pede licença para sentir, que diz o que precisa ser dito.
Fica no leitor como eco, daqueles que não se apagam facilmente.
Com carinho, Daniela Silva 💗 alma-leveblog.blogspot.com
Em síntese, o poema aborda a temporalidade partilhada, a dualidade de nascimento | morte dentro de cada pessoa e a incerteza que acompanha o atravessar do dia para a noite. A linguagem é contida, com imagens fortes de limiar e de continuidade entre início e fim, sugerindo uma experiência humana comum, sem dono do tempo.
ResponderEliminarA lindíssima pintura conclui com o regresso à escuridão, prenunciando uma noite que se anuncia longa, uma espera ou um estado de dúvida e inquietação que se estenderá.
Em suma "o desencanto".
EliminarNinguém é dono da noite. Dizer que a noite nos pertence é outra forma de dizer que nós lhe pertencemos e somos mais e melhores nas horas nocturnas, facto em que não acredito. Podemos preferi-las, despirmo-nos do eu público, estarmos mais próximos da integridade (pode ser bom ou nem por isso), mas é o dia e a relação com os outros que nos definem. A noite é silêncio, o pulsar do coração liberto, o descanso das conveniências de sermos sociais, uma respiração profunda e necessária ao equilíbrio do eu. E tudo isso existe para preparar o dia e suas metamorfoses.
ResponderEliminarBom Dia:)
Quando nos agrada podemos gostar que digam "a noite é minha"
EliminarUm abraço.
A Noite é dona de si... nós apenas existimos para nos reconciliarmos com o nosso "eu"...
ResponderEliminarBeijos e abraços
Marta
Poderá ser "uma noite partilhada".
EliminarUm abraço.
A sério? A noite é de quem sofre insónias que gosta do escuro e ver as estrelas que não é o meu caso!
ResponderEliminarMas como há sempre um mas vivi com um morcego 20 anos e foi borda fora.
Desculpa amigo mas o tom do teu poema abriu uma gaveta muito dolorosa na minha vida!
Um enorme abraço e obrigado!
A parte do morcego é hilariante.
EliminarUm abraço.
A noite é a sombra de um pássaro que voa se tentamos apoderarmo-nos dele. A noite pertence a toda a gente e não pertence a ninguém.
ResponderEliminarTudo de bom, meu Amigo Luís.
Um beijo.
A noite pode ser "encontro e desencontro".
EliminarBoa semana.
Um abraço.
Um texto intenso e cheio de força emocional 🌑✨
ResponderEliminarHá uma inquietação nas palavras que prende — quase um grito contido, uma afirmação de identidade e de limite. Gosto dessa escrita que não pede licença para sentir, que diz o que precisa ser dito.
Fica no leitor como eco, daqueles que não se apagam facilmente.
Com carinho,
Daniela Silva 💗
alma-leveblog.blogspot.com
Há dias, ou noites, em que nos rebelamos.
EliminarSaúdo a sua vinda e o seu esclarecido comentário.
Um abraço.