Que bom - e mesmo bonito - pensar que, um dia, as angústias darão flor. Há anos que tenho prováveis cactos anómalos, não florescem. Bom, os pais perdem-se para que sejamos nós os mais velhos, quer exerçamos ou não a função deles; os irmãos perdem-se como se perdem os filhos, autonomizam. A gosto ou contragosto, seguimos a lei da vida, cuja termina na morte. Interessa o caminho, com cactos e tudo. Bom dia
Não gosto desse tipo de cactos mas, na minha terra gostava de ver os altos e grandes, só com um braço onde nascia uma flor igualmente grande, que chamava-mos os sinaleiros do deserto! Quanto ao resto que dizes também eu tinha a casa cheia e foram voando para as sua vidas que ainda acompanho de longe e fiquei sozinha! Quanto aos amigos vão e vêm! É a vida! Beijos e um bom dia!
Caro Poeta/Pintor Neste breve poema, o autor transforma a ausência e a perda numa imagem de rara sensibilidade. As angústias surgem como cactos em vasos , resistentes, silenciosos, alimentados pelas lágrimas do olhar. Há uma dor contida nos versos, mas também uma promessa: a de que mesmo o sofrimento, um dia, pode florir. Um texto simples na forma, mas profundamente humano na emoção. A foto embora da IA está muito bem para o poema. Deixo um abraço :)
Não temos como apagar as angústias. O seu comentário é sempre muito esclarecedor e, não raro, põe o autor a examinar o que escreveu com um olhar meticuloso seguindo a sua interpretação. Muito Obrigado. Um abraço.
Um poema delicado onde a dor se transforma em metáfora. As angústias, comparadas a cactos regados pelos olhos, revelam a esperança de que até o sofrimento pode, um dia, dar flor....
Boa tarde Poeta, Que poema tão belo! Regar os cactos com as lágrimas é sinônimo de que um dia darão flor, aliviando a dor da ausência dos que continua a amar. Beijinhos e bom fim de semana. Emília
Que bom - e mesmo bonito - pensar que, um dia, as angústias darão flor. Há anos que tenho prováveis cactos anómalos, não florescem.
ResponderEliminarBom, os pais perdem-se para que sejamos nós os mais velhos, quer exerçamos ou não a função deles; os irmãos perdem-se como se perdem os filhos, autonomizam. A gosto ou contragosto, seguimos a lei da vida, cuja termina na morte. Interessa o caminho, com cactos e tudo.
Bom dia
A lei da vida e da morte também há-de cumprir o desígnio da natureza. Mas há cactos que darão flor.
EliminarUm abraço.
Não gosto desse tipo de cactos mas, na minha terra gostava de ver os altos e grandes, só com um braço onde nascia uma flor igualmente grande, que chamava-mos os sinaleiros do deserto!
ResponderEliminarQuanto ao resto que dizes também eu tinha a casa cheia e foram voando para as sua vidas que ainda acompanho de longe e fiquei sozinha! Quanto aos amigos vão e vêm! É a vida!
Beijos e um bom dia!
Acontece a quase todos, o reboliço transforma-se em silêncio.
EliminarUm abraço.
A mudança faz parte...os destinos escrevem-se por si...e, às vezes, voltam a cruzar-se....
ResponderEliminarBeijos e abraços
Marta
Cruzam-se e muitas vezes nem damos por isso.
EliminarUm abraço.
Así es la vida, Nubes.
ResponderEliminarMe gustan los cactus.
También tienes abierta una ventana a mi espacio.
Feliz día.
Gracias por tu comentario. Visitaré tu blog.
EliminarSaludos cordiales.
Muito bonita a ideia de regar com os olhos!
ResponderEliminarTodos fazemos isso, uma vez ou outra.
EliminarOs Verdadeiros Amigos, nunca nos abandonam...
ResponderEliminarE nos terrenos agrestes nascem sempre as mais belas flores! 🌺
A Amizade é uma coisa antiga, hoje algo desvirtuada.
EliminarCaro Poeta/Pintor
ResponderEliminarNeste breve poema, o autor transforma a ausência e a perda numa imagem de rara sensibilidade.
As angústias surgem como cactos em vasos , resistentes, silenciosos, alimentados pelas lágrimas do olhar.
Há uma dor contida nos versos, mas também uma promessa: a de que mesmo o sofrimento, um dia, pode florir.
Um texto simples na forma, mas profundamente humano na emoção.
A foto embora da IA está muito bem para o poema.
Deixo um abraço
:)
Não temos como apagar as angústias. O seu comentário é sempre muito esclarecedor e, não raro, põe o autor a examinar o que escreveu com um olhar meticuloso seguindo a sua interpretação.
EliminarMuito Obrigado.
Um abraço.
Um poema delicado onde a dor se transforma em metáfora.
ResponderEliminarAs angústias, comparadas a cactos regados pelos olhos, revelam a esperança de que até o sofrimento pode, um dia, dar flor....
As angústias são momentos que nos tornam humanos.
EliminarGosto da expressão de sentir solidão e angústias como plantas que precisam de cuidado; com tempo e atenção, podem florescer.
ResponderEliminarSomos humanos e devemos cuidar dos nossos sentimentos.
EliminarBoa tarde Poeta,
ResponderEliminarQue poema tão belo!
Regar os cactos com as lágrimas é sinônimo de que um dia darão flor, aliviando a dor da ausência dos que continua a amar.
Beijinhos e bom fim de semana.
Emília
Pode não acontecer mas é preciso acreditar.
EliminarUm abraço.
Bom fim de semana também para si.
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