Acredito que exista mesmo. Em moçambique conheci crianças que apenas se alimentavam das mangas que apanhavam, nunca as esqueci. Que mundo desigual...e é-o logo que nascemos.
Há gente que nem isso consegue comer e fico furiosa e indignada com as mesas fartas de tudo pelos políticos em campanha. Algum almoçou com sem-abrigos? Nem o Ventura tão religioso distribui o pão de Deus!
PS: Dizem os entendidos que os caracóis e caracoletas são muito nutritivéis mas sinceramente não gosto mas os meus adoram! Beijos e um bom dia!
Este poema retrata uma situação chocante e desumana, enfatizando o sofrimento de alguém que vive na rua. Ao descrever um sem-abrigo a extrair e comer caracóis das casas, o verso sugere precariedade, fome e uma distância cruel entre as pessoas afetadas pela pobreza e o espaço urbano. A imagem provoca empatia e uma reflexão sobre o que é uma “refeição” em condições extremas, bem como sobre a falha da sociedade em proteger os mais vulneráveis. É útil destacar o contraste entre a humanidade da pessoa em necessidade e a indiferença ou violência simbólica do ambiente que a força a recorrer a tais ações para sobreviver.
O meu tio Chico, lisboeta, comunista, a viver num abrigo luxuoso, adorava comer caracóis 🐌 Tenho vómitos ao olhar para a imagem, tal como também os tinha ao ver o meu tio a comê-los.
Quero deixar, em palavras, qualquer coisa que jeito tenha, mas não as encontro, L. , não as encontro...
ResponderEliminarUm forte abraço
Creio que, talvez, a metáfora não tenha sido clara.
EliminarUm abraço.
Acredito que exista mesmo. Em moçambique conheci crianças que apenas se alimentavam das mangas que apanhavam, nunca as esqueci. Que mundo desigual...e é-o logo que nascemos.
ResponderEliminarE a falta de abrigo... é uma imoralidade.
EliminarUm abraço.
Há gente que nem isso consegue comer e fico furiosa e indignada com as mesas fartas de tudo pelos políticos em campanha. Algum almoçou com sem-abrigos? Nem o Ventura tão religioso distribui o pão de Deus!
ResponderEliminarPS: Dizem os entendidos que os caracóis e caracoletas são muito nutritivéis mas sinceramente não gosto mas os meus adoram!
Beijos e um bom dia!
Também não gosto de caracóis cozinhados, vivos ainda sou capaz de lhes afagar a "casinha".
EliminarUm abraço.
Este poema retrata uma situação chocante e desumana, enfatizando o sofrimento de alguém que vive na rua. Ao descrever um sem-abrigo a extrair e comer caracóis das casas, o verso sugere precariedade, fome e uma distância cruel entre as pessoas afetadas pela pobreza e o espaço urbano. A imagem provoca empatia e uma reflexão sobre o que é uma “refeição” em condições extremas, bem como sobre a falha da sociedade em proteger os mais vulneráveis. É útil destacar o contraste entre a humanidade da pessoa em necessidade e a indiferença ou violência simbólica do ambiente que a força a recorrer a tais ações para sobreviver.
ResponderEliminarO meu tio Chico, lisboeta, comunista, a viver num abrigo luxuoso, adorava comer caracóis 🐌
Tenho vómitos ao olhar para a imagem, tal como também os tinha ao ver o meu tio a comê-los.
Precioso comentário que ajuda o próprio autor do texto a descobrir todo o significado do que escreveu.
EliminarTambém eu sinto incómodo até com o cheiro.
A realidade que muitos ignoram, outros tornam o tema em campanha, mas depois... nada fazem...
ResponderEliminarBeijos e abraços
Marta
O caracol é um fugitivo muito lento.
EliminarUm abraço.
O sem abrigo faz ao caracol aqui que já lhe fizeram a ele...
ResponderEliminarUm abraço.
Curto comentário... mas certeiro.
EliminarUm abraço.