Excelente sugestão. Afinal estamos todos fartos de ruido. Precisamos de música e arte para dar vida à Vida. Um abraço. https://rabiscosdestorias.blogspot.com
Interessante desabafo, poeticamente descrito. Interessante também a pintura e a música que George Friedrich Handel compôs a pedido do Rei George I para um passeio de prazer real no Tâmisa, no dia 17 de julho de 1717.
Caro Poeta/Pintor Neste poema, o contraste é a grande força expressiva. O autor começa “sufocado e desencantado” pelo ruído do mundo , uma enumeração crescente que vai das ruas ao linguajar, das fábricas às aeronaves, culminando nas guerras. Há aqui uma escalada sonora e simbólica: do quotidiano ao trágico. E, de repente, a viragem: “afogo-me encantado”. O verbo mantém a ideia de imersão, mas já não é opressiva , é escolha, é refúgio. A menção à Water Music, de Georg Friedrich Händel, funciona como catarse e contraponto. Se antes o ruído era desordem e desgaste, aqui a música é harmonia e salvação. É um poema breve, mas com uma tensão muito bem construída entre caos e beleza ,e termina onde começa: no som. Só que agora transformado em encantamento. Espero ter sido fiel à minha interpretação. Deixo um abraço :) https://olharemtonsdemaresia.blogspot.com/
A sua interpretação é muito correcta e expressa a organização do texto de forma muito clara e compreensível. Como sempre um comentário esclarecido. Um abraço.
Do ruído das guerras ao mergulho na música, o poema mostra como a arte pode ser refúgio e resistência. Entre o sufoco e o encanto, a Water Music surge como salvação sonora. Breve, mas expressivo....
Excelente sugestão. Afinal estamos todos fartos de ruido. Precisamos de música e arte para dar vida à Vida.
ResponderEliminarUm abraço.
https://rabiscosdestorias.blogspot.com
A música ainda é sentimento. Não toda a música.
EliminarUm abraço.
Encontro na música um refúgio...e aprendo novamente a respirar fundo...
ResponderEliminarBeijos e abraços
Marta
Uma ideia de que partilho.
EliminarUm abraço.
Interessante desabafo, poeticamente descrito. Interessante também a pintura e a música que George Friedrich Handel compôs a pedido do Rei George I para um passeio de prazer real no Tâmisa, no dia 17 de julho de 1717.
ResponderEliminarMomentos de exaltação.
EliminarCaro Poeta/Pintor
ResponderEliminarNeste poema, o contraste é a grande força expressiva.
O autor começa “sufocado e desencantado” pelo ruído do mundo , uma enumeração crescente que vai das ruas ao linguajar, das fábricas às aeronaves, culminando nas guerras. Há aqui uma escalada sonora e simbólica: do quotidiano ao trágico.
E, de repente, a viragem: “afogo-me encantado”. O verbo mantém a ideia de imersão, mas já não é opressiva , é escolha, é refúgio.
A menção à Water Music, de Georg Friedrich Händel, funciona como catarse e contraponto.
Se antes o ruído era desordem e desgaste, aqui a música é harmonia e salvação.
É um poema breve, mas com uma tensão muito bem construída entre caos e beleza ,e termina onde começa: no som. Só que agora transformado em encantamento.
Espero ter sido fiel à minha interpretação.
Deixo um abraço
:)
https://olharemtonsdemaresia.blogspot.com/
A sua interpretação é muito correcta e expressa a organização do texto de forma muito clara e compreensível. Como sempre um comentário esclarecido.
EliminarUm abraço.
Do ruído das guerras ao mergulho na música, o poema mostra como a arte pode ser refúgio e resistência.
ResponderEliminarEntre o sufoco e o encanto, a Water Music surge como salvação sonora.
Breve, mas expressivo....
A Arte é o lugar onde nos encontramos com a nossa interioridade.
EliminarNão dá para me afogar de encanto. Mas descontrai, e ao fim de um dia de trabalho, dá uma cor.
ResponderEliminarJá é positivo.
EliminarUm abraço.
este ruído ensurdecedor que teima em cercar-nos faz-nos mal.
ResponderEliminarmas enquanto vivemos há esperança
Temos de seleccionar o ruído... ficamos com a música.
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