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Deito-me com a certezade que mais uma noitevai anteceder mais um diaa certeza da sucessãofazem do calendário do tempoum utensílio dinâmicocontra a nossa vontadeo mar e o céunada devem ao tempoe não se submetem a elea terra e o fogoconvivem com o tempoe a ele se submetemo tempo obrigou-nosa ser adultosa ferro e fogo até à terrahá um cipresteem frente à minha casaque vencerá o tempodeito-me com a certezade que mais uma noitevai anteceder mais um diaadormeço.

É a Terra, no seu movimento que desencadeia a sucessão dos disa e das noites.
ResponderEliminarAbraço amigo.
Juvenal Nunes
Ninguém pode parar o tempo.
EliminarUm abraço também.
No final, o que resta é apenas o Tempo... na sua glória e traição...
ResponderEliminarBeijos e abraços
Marta
O tempo pode ser nosso inimigo ou nosso aliado.
EliminarUm abraço.
um ciclo que estamos habituados...
ResponderEliminarQuando começamos e quando acabamos.
EliminarO que fica de cada dia? Só uma data que passou ou algo mais? Poder e conseguir dormir é ainda assim muito bom.
ResponderEliminarDormir, depois de estar muito tempo a pensar na melhor maneira de dormir.
EliminarUm abraço.
Somos efémeros.
ResponderEliminarE temos a pouca sorte de o saber (ou a boa) e de poder contemplar o que fica para além de nós.
Boa semana caro Luís.
Um abraço.
É importante a tomada de consciência da nossa finitude.
EliminarBoa semana.
Um abraço.
Deixar a poesia nascer é dar espaço para o mundo desacelerar, permitindo que os sentimentos, as memórias e os detalhes do dia a dia ganhem uma nova forma e profundidade.
ResponderEliminarCom o andar deste mundo... a poesia está em perigo.
EliminarA verdade é que a poesia não está a morrer; ela está apenas a mudar de morada. Embora o ritmo acelerado do mundo actuall pareça sufocar a contemplação, a necessidade humana de encontrar beleza, ritmo e significado continua mais viva do que nunca.
ResponderEliminarAssim a poesia tivesse o poder de mudar o mundo conduzindo-o à beleza.
EliminarBoa tarde Caro Poeta/Pintor
ResponderEliminarGostei da forma como o poema reflete sobre a inevitabilidade do tempo e a sua influência na condição humana.
A repetição dos versos iniciais e finais cria uma estrutura circular que reforça a sucessão ininterrupta dos dias e das noites.
Destaco também a bela imagem do cipreste, símbolo de permanência e resistência, surgindo como um contraponto à fragilidade da existência humana.
Um poema simples na linguagem, mas rico em reflexão e simbolismo.
Que o meu Amigo tenha uma semana abençoada com saúde e em paz.
Um abraço.
:)
https://olharemtonsdemaresia.blogspot.com/
A sua análise, como sempre, encontra a razão do meu escrito.
EliminarBoa semana.
Um abraço.