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1967

Éramos jovens nesse tempo
encontrei-te prostrado num jornal
só a tua face 
como eu ainda te recordava como vivo

guerra é matar e morrer. 



 

20 comentários:

  1. Essa visão realista e dolorosa ecoa tanto na literatura clássica quanto na análise histórica dos conflitos.

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    1. Influências que perduram por gerações nas sociedades saídas de guerras.

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  2. Guerra é matar, é morrer e também é sobreviver... foi o que me aconteceu entre 1967 e 71 naquela guerra cuja memória passei a escrito!

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    1. Curvo-me perante os que foram submetidos a tamanho sofrimento.

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  3. E sobreviver também...com memórias dolorosas.....
    Beijos e abraços
    Marta

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  4. Recordações dolorosas para quem teve que as sofrer.
    Abraço.
    Olinda

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  5. Coisa mais desnecessária, a guerra! Como se não fossemos morrer todos um dia; como se para a terra levássemos teres e haveres; como se nela a putrefacção não ocorra em quem pode mais. Que tristeza de humanidade burra!

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  6. Memórias que não saem da minha cabeça e não consigo dizer mais nada!
    Beijos e um bom dia!

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  7. Vai longe esse tempo e tudo se repete.
    A memória não tem prazo, armazena e vez outra evocamos as lembranças.
    Beijinho para ti, amigo e fica bem !

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    1. Não é possível limpar o disco onde gravámos tudo.
      Obrigado.
      Um abraço.

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  8. Poucas palavras, mas um enorme peso emocional. Um poema que recorda que, por trás de cada guerra, há rostos, memórias e vidas interrompidas demasiado cedo.

    Beijinhos na alma 💛
    Daniela Silva | Alma Leve

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    1. Sempre houve um familiar ou amigo vítima dessas guerras inúteis e indecentes.
      Obrigado.
      Um abraço.

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  9. Guerra é também venda de armas e enriquecimento de alguns, o mundo é movido a dinheiro. Um abraço

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    1. Estou totalmente de acordo. Estamos a assistir a esse período de grande negócio.
      Um abraço.

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  10. guerra, que ninguém quer.
    só mesmo os senhores dela.
    uma memória que ficou para sempre....

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  11. Boa tarde Poeta,
    Um poema muito tocante.
    A Guerra seja qualquer for mata, nem que seja a esperança num mundo mais justo.
    Beijinhos,
    Emília

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