Fico sentadoa ver o meu corpo em movimentoprestável na sua habilidadede cravar um prego na paredepara pendurar um quadro meufico a ver o meu corpo a equilibraro quadro que eu pinteitodo azul ___ céu e marpor momentos inclinou-se o quadroderramou todo o marpela parede abaixofiquei sentado a ver o meu corpoa mergulhar.
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Francisco Simões
1946 - 2026


Quanta beleza, também mergulhei.
ResponderEliminarMuito obrigado.
EliminarUm abraço.
Há muito ano visitei a exposição de Francisco Simões na Escola onde o pintor leccionava na altura.
ResponderEliminarNo caso presente, prefiro as suas palavras à pintura em azul. Ignorância minha, claro. É o que é.
Mergulhar em águas azuis que não escorrem de um quadro, antes estão desde sempre em espera; renascem em festa por cada verão, se um corpo as atravessa como quem abre a porta de casa.
Em Arte, continuo a pensar que a palavra ignorância não existe, gosta-se ou não conforme a experiência e a vida intensa em comum com ela. Quantas vezes, mais tarde, gostamos de algo de que não gostávamos antes.
EliminarUm abraço.
Mais um homem que parte. Um homem capaz de criar um mundo, ou de abraçá-lo.
ResponderEliminarUm abraço, L.
Meu colega na Escola de Artes António Arroio.
EliminarUm abraço.
Bom dia Poeta,
ResponderEliminarSentida e bela homenagem a Francisco Simões.
Foi-se o Homem, fica a Obra.
Beijinhos e bom domingo.
Emília
Meu colega escola.
EliminarFica vasta obra.
Um abraço.
E há segredos ainda a descobrir no azul imenso.....
ResponderEliminarBeijos e abraços
Marta
No nosso Planeta Azul.
EliminarUm abraço.