O poema guarda uma ambiguidade entre alívio pela simplicidade e melancolia pela contenção emocional. Há uma sensação de vulnerabilidade contida e de processos naturais que, mesmo sem ruptura, mudam o que somos. A pintura sugere emoções contidas, dor potencial que permanece sem manifestação.
Sem desmerecer o poema, esta aguarela cativou-me corpo e alma. Levo-a comigo para a ir vendo sempre que for repousar os olhos nas imagens mal arquivadas, que são todas as que tenho nos arquivos do portátil.
O poema guarda uma ambiguidade entre alívio pela simplicidade e melancolia pela contenção emocional.
ResponderEliminarHá uma sensação de vulnerabilidade contida e de processos naturais que, mesmo sem ruptura, mudam o que somos.
A pintura sugere emoções contidas, dor potencial que permanece sem manifestação.
Sempre concordo com as suas interpretações.
EliminarSem desmerecer o poema, esta aguarela cativou-me corpo e alma.
ResponderEliminarLevo-a comigo para a ir vendo sempre que for repousar os olhos nas imagens mal arquivadas, que são todas as que tenho nos arquivos do portátil.
Forte abraço, L.
A minha aguarela, fica assim em lugar de honra.
EliminarUm abraço.
Credo! O Blogger clonou-me...
ResponderEliminarO Blogger tem coisas estranhas.
EliminarTudo seria mais fácil se a leveza reinasse... mas convoca-se as trevas e mergulha-se em traições...
ResponderEliminarBeijos e abraços
Marta
As lágrimas são um sublinhado.
EliminarUm abraço.
Para reflectir!
ResponderEliminar.
O S O N H O... .
Beijo e Bom fim de semana
Muito obrigado.
EliminarVou ver O SONHO.
Bom fim de semana.
Um abraço.
Choremos sem inibições.
EliminarBom dia Poeta,
ResponderEliminarTanto a aguarela como o poema são fonte de inspiração.
Beijinhos e bom domingo.
Emília
Muito agradeço o seu comentário elogioso.
EliminarUm abraço.