O poema guarda uma ambiguidade entre alívio pela simplicidade e melancolia pela contenção emocional. Há uma sensação de vulnerabilidade contida e de processos naturais que, mesmo sem ruptura, mudam o que somos. A pintura sugere emoções contidas, dor potencial que permanece sem manifestação.
Sem desmerecer o poema, esta aguarela cativou-me corpo e alma. Levo-a comigo para a ir vendo sempre que for repousar os olhos nas imagens mal arquivadas, que são todas as que tenho nos arquivos do portátil.
Sem desmerecer o poema, esta aguarela cativou-me corpo e alma. Levo-a comigo para a ir vendo sempre que for repousar os olhos nas imagens mal arquivadas, que são todas as que tenho nos arquivos do portátil.
O poema guarda uma ambiguidade entre alívio pela simplicidade e melancolia pela contenção emocional.
ResponderEliminarHá uma sensação de vulnerabilidade contida e de processos naturais que, mesmo sem ruptura, mudam o que somos.
A pintura sugere emoções contidas, dor potencial que permanece sem manifestação.
Sem desmerecer o poema, esta aguarela cativou-me corpo e alma.
ResponderEliminarLevo-a comigo para a ir vendo sempre que for repousar os olhos nas imagens mal arquivadas, que são todas as que tenho nos arquivos do portátil.
Forte abraço, L.
Sem desmerecer o poema, esta aguarela cativou-me corpo e alma.
ResponderEliminarLevo-a comigo para a ir vendo sempre que for repousar os olhos nas imagens mal arquivadas, que são todas as que tenho nos arquivos do portátil.
Forte abraço, L.
Credo! O Blogger clonou-me...
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