A sua casa é o corpo que habita vá para onde for. Também é a sua poesia que ocupa parte substancial desse corpo. É assim livre, pode ir para onde quiser.
Um poema simples e tocante sobre partidas e caminhos que se deixam para trás. Gostei especialmente da forma como as paisagens ficam enquanto o viajante segue adiante, à procura da próxima morada. ....
Boa noite Caro Poeta/Pintor Este poema transmite de forma muito delicada a sensação de transitoriedade da vida. A cada casa abandonada ficam as paisagens, o céu, o chão, as árvores, os sons, como se o mundo permanecesse intacto enquanto o sujeito poético segue o seu caminho. Há uma beleza melancólica nessa certeza de não voltar e, ao mesmo tempo, uma inquietação profunda no verso final, quando surge a pergunta sobre a próxima morada. O poema deixa no leitor a impressão de alguém em permanente travessia, entre memórias que ficam para trás e um futuro ainda por desenhar. Um bom trabalho poético, como já nos habituou. Boa semana com saúde e emergia. :)
This is beautifully written—so quiet and reflective. The imagery feels almost like walking through memories that were once homes, now gently left behind. I especially love the line “the sky / the floor / the trees / the sounds”; it creates such a calm, lingering feeling. There’s a soft sadness in it, but also a sense of acceptance. Truly a touching piece. 🌿✨
Para quê esse afã em saber da próxima se esqueceu todas as anteriores? Bom, talvez seja por essa mesma razão, estará sem paisagem e o futuro é que é.
ResponderEliminarSábio conselho. Pensarei nisso. Obrigado.
EliminarUm abraço.
Não temos a certeza de nada... tudo é uma incógnita....já que tudo pode mudar numa fracção de segundo...
ResponderEliminarBeijos e abraços
Marta
O dia de amanhã é uma surpresa.
EliminarUm abraço.
A sua casa é o corpo que habita vá para onde for. Também é a sua poesia que ocupa parte substancial desse corpo. É assim livre, pode ir para onde quiser.
ResponderEliminarUma forma poética de encarar a dúvida.
EliminarUm abraço.
Eu dizer-te? Não sou vidente e como tal não digo nada!
ResponderEliminarBeijos e um bom dia!
Comentário risonho... que aprecio.
EliminarUm abraço.
Busca identidade e pertença, perdido entre lugares?
ResponderEliminarDe vez em quando, sim.
EliminarA próxima morada será encontrada onde menos espera. E será do seu agrado.
ResponderEliminarTudo de bom.
Um beijo.
Louvo a sua sugestão. Seria uma boa ideia.
EliminarObrigado.
Um abraço.
Um poema simples e tocante sobre partidas e caminhos que se deixam para trás.
ResponderEliminarGostei especialmente da forma como as paisagens ficam enquanto o viajante segue adiante, à procura da próxima morada.
....
Quando partimos, o melhor, é não levar nada connosco.
EliminarBoa noite Caro Poeta/Pintor
ResponderEliminarEste poema transmite de forma muito delicada a sensação de transitoriedade da vida.
A cada casa abandonada ficam as paisagens, o céu, o chão, as árvores, os sons, como se o mundo permanecesse intacto enquanto o sujeito poético segue o seu caminho.
Há uma beleza melancólica nessa certeza de não voltar e, ao mesmo tempo, uma inquietação profunda no verso final, quando surge a pergunta sobre a próxima morada.
O poema deixa no leitor a impressão de alguém em permanente travessia, entre memórias que ficam para trás e um futuro ainda por desenhar.
Um bom trabalho poético, como já nos habituou.
Boa semana com saúde e emergia.
:)
De muitos lugares fiz minha casa. Apreciei deveras a sua análise, como sempre meticulosa e esclarecida. O autor relê o que deixou escrito.
EliminarUm abraço.
Tens meu teto ao teu dispor...
ResponderEliminarquanto a paisagem diz a que quiseres,
através do teu traço e cor,
que eu ta mostrarei, pois tal mereces
Tudo que tenha tecto... é um abrigo não só do corpo mas o espírito também precisa de recolhimento.
EliminarAgradeço penhorado a tua disponibilidade.
Pudessemos nós mudar com a facilidade com que, eventualmente, mudamos de cenário.
ResponderEliminarAbraço de amizade.
Juvenal Nunes
Ainda não é permitido aos humanos de boa fé mas... há quem esteja a mudar a paisagem do mundo implacávelmente.
EliminarUm abraço.
This is beautifully written—so quiet and reflective. The imagery feels almost like walking through memories that were once homes, now gently left behind. I especially love the line “the sky / the floor / the trees / the sounds”; it creates such a calm, lingering feeling. There’s a soft sadness in it, but also a sense of acceptance. Truly a touching piece. 🌿✨
ResponderEliminarI welcome your visit and thank you for your kind comment.
Eliminarque texto profundo! gostei muito....abraços!
ResponderEliminarSaúdo a sua vinda e agradeço o seu simpático comentário.
EliminarUm abraço.
a próxima morada é sempre aquela onde paramos após o nosso caminhar...
ResponderEliminarGrande Abraço
E isso assusta.
EliminarUm abraço.