Concluo sem possibilidade de alteraçãoque há em quase tudo uma oculta inutilidademas sempre receptivo a que cada diapossa ser um lugar verdadeiroconcluo sem possibilidade de alteraçãoque cada dia é um adiamento da provada necessidade do primeiro diade onde trazemos uma ruga de criançaque afago nos convencede que estamos vivos e queremos?ao menos que a lucideznos dê a ousadia de pensar.

Se o primeiro dia nos deu a vida, é o pensamento ousado e a vulnerabilidade — a ruga que carregamos — que nos mantêm em movimento. O afago que nos convence a querer é, fundamentalmente, a própria teimosia em continuar procurando o verdadeiro.
ResponderEliminarA fotografia é linda de morrer.
Diria:
ResponderEliminarPensar?
Não é uma "oculta inutilidade", "um adiamento da prova" ?
Só hoje... Como o primeiro dia, sem a "ruga de uma criança"!
Tudo se pode alterar quando há a consciência do que o leva ao "lugar verdadeiro."