Há razão para o medonas marcas persistentes no céua grande velocidadeno rumor e no fogoque desce das montanhasnos que já tão tardeainda não regressaramnos que partiram clandestinossem que lhes soubéssemos o nomenos aglomerados de gentee nos seus murmúrios nas igrejasno temor de que nos levema nossa mulher e os nossos filhosnos barcos parados encostadosuns aos outros rangendona quantidade limitada de pãoque cabe a cada umna agitação dos animaise nos seus uivosem algum lugar inventaram a violênciahá razão para o medo.

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