Foto de Daniel Filipe Rodrigues
Sinto a tua mão na minhacomo uma ave mortaa tua mão pequena fria silenciosaparou no meu temposem história comumcomo uma ave mortanum intervalo do meu pensamentoa tua mão na minhacomo num lugar de abrigodepois do último voohá predadores por pertoe árvores descarnadasacabámos de mãos dadasem silênciocomo aves mortas.

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