Esse micro conto traz uma ironia genial sobre o mal-entendido e o preconceito. O jogo de palavras entre "materiais pobres" e "materiais nobres" muda completamente o sentido da conversa, mas o visitante vai embora antes de perceber o próprio erro.
Olá* Gosto muito do desenho. A língua portuguesa pode ser muito traiçoeira :) E assim se perde a oportunidade de vender e de levar um quadro muito naif Gosto da simplicidade nobre das suas palavras. Abraço e brisas doces **
A questão é saber se o pintor disse por engano que não pinta com materiais pobres. Ou se foi mesmo a sério e mudou a versão perante a evidência do interlocutor e da venda. Ignoro o que sejam materiais pobres ou nobres em pintura; Se eu fosse esse possível comprador, pensaria possivelmente o mesmo, que o pintor era um vaidoso e o quadro teria preço fora do meu alcance; mandava-o bugiar.
Boa tarde Caro Poeta/Pintor Um poema breve, mas muito expressivo, onde o equívoco das palavras acaba por criar uma bela ironia. Entre “materiais pobres” e “materiais nobres”, fica a sensação de que, por vezes, aquilo que queremos dizer chega tarde demais a quem nos escuta. Uma reflexão simples e inteligente sobre a comunicação, os valores e os desencontros humanos. Tenha um resto de dia feliz, e uma semana abençoada com saúde e paz.... :)
Esse micro conto traz uma ironia genial sobre o mal-entendido e o preconceito.
ResponderEliminarO jogo de palavras entre "materiais pobres" e "materiais nobres" muda completamente o sentido da conversa, mas o visitante vai embora antes de perceber o próprio erro.
Os mal entendidos dão, por vezes, lugar a discórdias profundas.
EliminarOlá*
ResponderEliminarGosto muito do desenho.
A língua portuguesa pode ser muito traiçoeira :)
E assim se perde a oportunidade de vender e de levar um quadro muito naif
Gosto da simplicidade nobre das suas palavras.
Abraço e brisas doces **
Nesto pequeno texto talvez tenha acontecido que o visitante ficou mal impressionado e virou costas, o artista emendou mas... tarde demais.
EliminarUm abraço.
Pobres ou nobres pouco importa... importa apenas a beleza do desenho que se perde em trocadilhos de palavras mal compreendidas.
ResponderEliminarBeijos e abraços
Marta
Esse é a verdade, o que importa é o resultado da obra.
EliminarUm abraço.
A questão é saber se o pintor disse por engano que não pinta com materiais pobres. Ou se foi mesmo a sério e mudou a versão perante a evidência do interlocutor e da venda.
ResponderEliminarIgnoro o que sejam materiais pobres ou nobres em pintura; Se eu fosse esse possível comprador, pensaria possivelmente o mesmo, que o pintor era um vaidoso e o quadro teria preço fora do meu alcance; mandava-o bugiar.
A frase que o artista disse é verdadeira (eu ouvi-a) daí o desenvolvimento do diálogo.
EliminarUm abraço.
A nobreza vem da alma.
ResponderEliminarAbraço
Olinda
Nem mais.
EliminarUm abraço.
Boa tarde Caro Poeta/Pintor
ResponderEliminarUm poema breve, mas muito expressivo, onde o equívoco das palavras acaba por criar uma bela ironia.
Entre “materiais pobres” e “materiais nobres”, fica a sensação de que, por vezes, aquilo que queremos dizer chega tarde demais a quem nos escuta.
Uma reflexão simples e inteligente sobre a comunicação, os valores e os desencontros humanos.
Tenha um resto de dia feliz, e uma semana abençoada com saúde e paz....
:)