Foto de Daniel Filipe Rodrigues
Prendo-me sem querer às marcasque trago da juventude ___ é instintivoeste querer partirsem para lugar certoeste querer amarsem saber a quema falta de protecçãoaquialiem qualquer lugarsempre temi o mare é para lá que me levampara saltar não tenho firmezapara os pés em lado nenhumdeixo-me afogare salvo-me depoispara me afogar de novosempre o tempo me pareceusem fime com inúmeras possibilidadesde recomeço ___ de perigohá uma constante ameaçafoi por isto tudo que partie ainda estou de partida.

Em cima de uma bicicleta, a poesia não está no que eu penso da estrada, mas na própria estrada que passa sob as rodas.
ResponderEliminarFotografia lindíssima.
Concordo, a poesia pode ser um caminho, não sabemos até onde nos conduz mas vamos caminhando.
EliminarMesmo diferentes de si, não estamos todos de partida, Nuvens?!
ResponderEliminarPensando bem... sim.
EliminarUm abraço.
A vida é feita de começos e recomeços... Partir com destino marcado ou ao sabor do vento... faz parte de nós e da poesia...
ResponderEliminarBeijos e abraços
Marta
Por vezes, quando partimos, não chegamos ao destino que tínhamos determinado.
EliminarUm abraço.
Às vezes é assim, parece que a estrada é só uma rotunda e passamos assim muitas vezes no mesmo lugar sem encontrar a saída. Eu prefiro as estradas em linha recta e com horizonte, mesmo sem saber exactamente onde me levam. A escolha é pelo menos parcialmente nossa. Aproveitem o sol e busque o mar manso que o pode abraçar sem assustar.
ResponderEliminarEssa alternativa da rotunda... é inesperada e altera os mapas da viagem.
EliminarUm abraço.
As indecições toldam- nos por completamente as ideias e faz de nós baratas tontas! A foto é muito bonita!
ResponderEliminarBeijos e um bom dia!
É verdade. Achei graça à expressão.
EliminarUm abraço.