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Há muito tempo que não olhava para as minhas mãosagora quando escrevo fico a olharpara o brilho da pele e para os rios escurosque vão e vêm para lugares dentro de mima minha vida de um lado para o outro a trazer e a levaro que respiroo que pensoo que digoo que caloe escrevosou uma ilha como um mundocom lugares rochososcom mares turbulentoscom vastos desertose escrevona floresta que sou ___ um melro preto pousana minha realidade mentalacolho-oou é ele que me acolhe a mime escrevonão sei o que fazer ao mundo ___ o fim do poemaé um café duplo e dois pastéis de nata com canelae escrevo.

Escrita como veste de identidade.
ResponderEliminarA pessoa-ilha explora mares, desertos e florestas da mente, acolhendo um melro preto como símbolo de presença inseparável.
O poema encerra num desejo simples, quase quotidiano, que contrasta com a vastidão da reflexão: escrever como modo de existir.
Os pequenos prazeres.
EliminarSe fazer
ResponderEliminaré escrever
Se fazer
é beber e comer
então
faz tudo isso
antes de dares sumiço
Eu aplico-me, vamos ver até quando.
EliminarEscrever é existir... é explorar memórias e descobrir novos Mundos...é a liberdade da alma e do ser...
ResponderEliminarBeijos e abraços
Marta
É conversar com os/as meus/minhas leitores/as.
EliminarUm abraço.
Acabe o mundo como o poema: com dois cafés e dois pastéis de nata. Ou, em vez de o acabar, sirva-o com os mesmos ingredientes.
ResponderEliminarUm café e um pastel de nata antes da execução da pena capital. Boa ideia!
EliminarUm abraço.