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Nasci aos oitenta anoslembro-me de quase tudoa sensação de sufocoao sair dos setenta e novea abandonar a penumbrado espaço temporal onde vivibateram-me para chorarjulgavam que eu tinha nascido mortotodos se admiraramde eu não trazer cordão umbilicalao ver tanta gente observando-meconstatei que estava nuroubaram-me tudo ___ penseialguém disse ___ como terá sido possívelele viver sem ligação à fonte da vidasei que é perigoso nascerfora do prazo normal de gestaçãotaparam-me completamentecom um grande pano brancoe foram-se emboraainda ouvi dizer ___ vai ter vida curtacoitado.

Me ha dado escalofríos leer tu poema, Nubes.
ResponderEliminarEspero que tengas un buen día.
Estoy celebrando la primavera en mi ventana.
Un abrazo, amigo.
A lo largo de nuestra vida nacemos y morimos muchas veces.
Eliminar¡Viva la primavera!
Un abrazo.
Valha-me me Deus fiquei gelada com este poema e vou fugir:)
ResponderEliminarBeijos e um bom dia!
Não é preciso fugir... somos sempre agarrados.
EliminarUm abraço.
Benjamin Button também nasceu velho. Só que foi remoçando.
ResponderEliminarParece-me bem que este ser que nasceu aos oitenta, provavelmente para uma outra vida, e de forma diversa de Button, acaba morto nesta. Calha a todos. O mundo está cheio de mortos. E de mortos vivos.
Boa noite, Nuvens
Nascemos várias vezes mas... só nós é que sabemos.
EliminarUm abraço.
Concordo com o que responde ao comentário anterior. Morremos e renascemos várias vezes... às vezes, recomeça-se do zero, outras, muda-se apenas o rumo...
ResponderEliminarMas a dor só nós é que a conhecemos... é muito duro recomeçar do zero, eu tive que o fazer...
Beijos e abraços
Marta
Acontece a todos, descobrimos isso quando meditamos sobre o nosso percurso de vida.
EliminarObrigado.
Um abraço.
Bom dia Poeta,
ResponderEliminarUm poema que nos faz refletir sobre a vida e a morte, o início e o fim num percurso feito de intermitências.
Beijinhos e um dia abençoado.
Emília (e será que está de Parabéns, hoje?)
Sim, é preciso refletir.
EliminarNão estou de parabéns.
Obrigado.
Um abraço.
O poeta reconhece que nascer fora do prazo normal é perigoso.
ResponderEliminarSem dúvida.
EliminarEfectivamente morimos cada noche y una nueva vida nos recibe a la mañana siguiente... dicen. Cierto que el entorno de la imagen... preocupa. Jaja. Un abrazo
ResponderEliminarHola Gil, te doy la bienvenida a mi espacio poético. Estoy de acuerdo y agradezco tu comentario.
EliminarUn abrazo.
Muito denso....
ResponderEliminarEstar vivo ou não estar vivo.
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