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Nada será mais cândidodo que a intimidadecom que se revela o passadocomo uma janela abertanão temendo o invernotalvez que por ela entremnomes já esquecidose nas nossas mãos quietasainda o tacto de lugares interditosdepois de tudo o que hoje faz memórianão haverá mais testemunhas do queas que candidamente convocámostudo será esquecido ___ de novoou deixará de existir.
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João Abel Manta
1928 - 2026
Foto de Diário de Aveiro


Uma homenagem sentida a quem partiu e que descanse em paz, a paz que todo o ser terá quando chegar a sua hora!
ResponderEliminarBeijos e um bom domingo!
Nem mais.
EliminarBom domingo.
Um abraço.
Seguiremos convocando con sinceridad...
ResponderEliminarUn saludo desde Segovia, Nubes.
Recordamos a nuestros seres queridos.
EliminarRecuerdo Segovia y la casa de António Machado.
Un cordial saludo.
Uma homenagem a João Abel Manta, à qual me associo. Excelente, o seu poema.
ResponderEliminarTudo de bom.
Um beijo.
Um artista que deixa obra de vulto e original.
EliminarBoa semana.
Um abraço.
Uma sincera admiração por João Abel Manta, ontem passou no canal 2, antes das notícias, um bom documentário sobre ele. Ninguém será esquecido, todos seremos esquecidos. Bom resto de domingo
ResponderEliminarDevemos-lhe uma obra original e comprometida com os valores do lado certo.
EliminarBom domingo.
Um abraço.
Nunca esquecemos quem nos guiou pela escuridão...
ResponderEliminarBeijos e abraços
Marta
Devemos-lhes esse tributo.
EliminarUm abraço.
Nós somos
ResponderEliminara memória
daquilo
que não queremos esquecer
Nem mais.
EliminarParabéns pela linda e importante homenagem. Não conhecia.
ResponderEliminar-
Coisas de uma vida....
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Beijos e uma excelente semana.
Obrigado por ter vindo.
EliminarBoa semana.
Um abraço.
É na memória dos vivos que persistem "aqueles que se vão da lei da morte libertando". Esses viverão mais ou menos longamente, dependendo da obra feita e de quão conhecida foi. Os outros, os que foram apenas comuns, viverão apenas na memória dos mais próximos, daqueles com quem criaram relações sólidas. passem depressa ou devagar, a eles já nada interessa. Tudo é pálido na morte se comparado com a vida.
ResponderEliminarJoão Abel Manta era velho, deu muito ao país, cumpriu a sua missão na terra. Regressou a ela. Está em paz.
É tudo uma questão de tempo e de notoriedade.
EliminarUm abraço.
O tempo acaba com tudo. É mesmo uma questão de tempo.
ResponderEliminarO poema é magnífico, gostei.
Boa semana caro amigo.
Um abraço.
Ninguém vence o carrasco Tempo.
EliminarUm abraço.
Caro Poeta/Pintor
ResponderEliminarO poema move-se numa delicada tensão entre memória e esquecimento, revelando o passado como algo íntimo, vulnerável e inevitavelmente transitório.
Há nele uma serenidade melancólica muito bela, onde as imagens da “janela aberta” e do “tacto de lugares interditos” ampliam a dimensão sensorial da recordação.
O fecho, marcado pela inevitabilidade do desaparecimento, deixa no leitor um eco subtil e profundamente humano.
Uma bonita e sentida homenagem.
Boa semana.
:)
O autor aprecia a beleza deste seu comentário. As palavras, as ideias que aqui deixou, tornam o meu escrito mais emotivo.
EliminarMuito Obrigado.
Um abraço.
para que não fique na gaveta do esquecimento...
ResponderEliminaruma significativa homenagem
Um Abraço
Muito merecida homenagem, Grande Obra o Homem nos deixou.
EliminarUm abraço.
Boa tarde Poeta,
ResponderEliminarUm poema magnífico de homenagem ao Grande Abel Manta!
Um poema que transmite uma visão melancólica da memória, que preserva o passado por algum tempo, mas não consegue impedir a ação inevitável do tempo e do esquecimento.
Que através da sua Obra seja sempre lembrado o Homem e o Artista!
Beijinhos,
Emília
Estes são os homens que fazem história.
EliminarUm abraço.