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Lenço é separação ___ diz o povoo que ficou de tifoi um saco do Grand Palaisdo lenço que te oferecique fará parte da minha colecçãode inutilidadesos vindouros vão perguntarpara que guardou ele isto?e lançarão todas as minhas recordaçõesno lixo comum.

Este belo e melancólico poema reflete sobre a fragilidade das memórias e o destino inevitável dos objetos afectivos.
ResponderEliminarOs objectos afectivos morrem com o seu proprietário, a menos que sejam valiosos.
EliminarBelíssimo. No fim, talvez não guardemos os objetos, mas o tempo que eles aprenderam a carregar. O que para uns será inutilidade, para quem viveu será sempre memória.
ResponderEliminarAbraços
Daniel
As memórias são apenas dos que as viveram, depois... nada.
EliminarUm abraço.
Vivemos com tanta tralha e quando partimos os que ficam fazem uma escolha e o que não lhes interessa botam no lixo!
ResponderEliminarBeijos e um bom dia!
É isso mesmo, não há poesia que resista.
EliminarBom dia.
Um abraço.
Apenas para recordar momentos felizes e um dia...são deitados ao lixo....Porque tudo continua a ser um ciclo...de renovação...
ResponderEliminarBeijos e abraços
Marta
Um dia, nem nós seremos uma recordação.
EliminarUm abraço.
Não tenha tanta certeza assim, eu guardo aí o santinho da minha mãe e o seu avental. Mas é claro que não se guarda tudo. Um abraço
ResponderEliminarDepois de nós só fica o que tem valor material, as nossas memórias, como eram só nossas, acabam.
EliminarUm abraço.
Eu, que sou defensivo
ResponderEliminarseparo as memórias
de tudo o que é recordação
deito as recordações ao lixo
e guardo as memórias no coração
Isso é o que se chama "organização".
Eliminar:) Efectivamente. Para que serve um saco plástico?! Mas somos mais ou menos isso, guardamos o desnecessário quando não podemos guardar o necessário. Porque o necessário não é de guardar.
ResponderEliminarQualquer dia faz nova arrumação e lá vai saco, é questão de tempo (do seu; ou do deles). Quanto mais deixarmos, mais eles atiram fora, há que facilitar a função.
Tenho um armário onde guardo os objectos da minha devoção.
EliminarUm abraço.
Temos sempre um cantinho que o coração pede para guardar coisinhas ,quase desnecessárias, que só nos sabemos quanto vale,.
ResponderEliminarPoema nostálgico , a verdadeira declaração de amor. Gosto disso, L;
Um abraço de retorno a sua casa.
Os objectos que ocupam a nossa memória morrem ao mesmo tempo que nós.
EliminarObrigado pelo simpático comentário.
Um abraço.
Um poema cru, e tão real que até doi.
ResponderEliminarUma verdade indesmentível.
A imagem ficou em sintonia.
Desejo bom fim-de-semana, dentro do possível que este calor está demais...
:)
Muito obrigado.
EliminarO calor escalda os nossos miolos. Deito fumo.
Um abraço.